por Ilaene Schuler
Jesus olhou para a cruz como o caminho de sua glorificação.
Em João 17, Jesus começa orando assim: “Pai, glorifica o teu Filho, para que também o teu Filho te glorifique.”
E logo depois ele mostra o sentido disso. Jesus diz que recebeu autoridade para dar vida eterna aos que o Pai lhe deu. E então ele explica o que é a vida eterna: “E a vida eterna é esta: que conheçam a ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste.” Isso muda tudo.
Porque glorificar, aqui, não é apenas voltar à glória do céu. É também cumprir a obra que levaria as pessoas à reconciliação e conhecimento do Pai.
A cruz glorifica o Filho porque, por meio dela, Jesus abre o caminho para que pecadores sejam reconciliados com Deus.
A cruz glorifica o Filho porque, por meio dela, as pessoas podem conhecer o Pai.
A cruz glorifica o Filho porque, por meio dela, recebemos mais do que perdão: recebemos acesso, reconciliação, relacionamento, vida eterna com Deus.
Por isso João 17 nos mostra que a cruz não foi derrota.
Foi o caminho da obediência.
Foi a consumação da obra.
Foi a revelação do amor.
Foi o meio pelo qual o Filho glorificou o Pai, para poder dar vida eterna aos que creem.
Na Páscoa, nós não lembramos apenas que Jesus morreu. Lembramos por que Ele foi à cruz:
para nos trazer de volta ao Pai, para que conheçamos o Pai, e para que tenhamos vida eterna Nele.
Ilaene Schuler é discípula de Jesus, esposa de Daniel Vargas, missionária Sepal e Diretora do Instituto IIFD, do qual o ministério Igrejas Discipuladoras faz parte. Atua no Brasil e na América Latina servindo igrejas por meio do Movimento Igrejas que Intencionalmente Fazem Discípulos (IIFD).




